quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Sinagoga Ahavat Reim...algumas informações

Sinagoga Ahavat Reim
julho de 2018

A busca por mais informações sobre a Sinagoga Machzikei Hadas, na Rua Joaquim Murtinho, permanece. Quem pode compartilhar e colaborar com fotos, histórias, memórias de familiares, frequentadores, fundadores, documentos, livros de Atas, projetos, detalhes da construção desta sinagoga? Uma visita a esta sinagoga ainda será agendada....

Paralelamente a esta busca, questiono... alguém possui informações sobre as demais sinagogas do Bom Retiro? Quem fez parte destas sinagogas?

Aqui compartilho alguns comentários já realizados sobre a Sinagoga Ahavat Reim, situada à Rua Guarani. No Facebook, por exemplo Sr. Manu Muka (Menachem Mukasey) havia escrito: “Estou morando do lado na Rua da Graça. O shile da Rua Guarani está gravado na minha memória”. Sra. Sara Spuch havia contado que frequentava a sinagoga da Rua da Graça e da Rua Guarani. Já sra. Nair Kremer havia comentado: “Nosso casamento foi na sinagoga da Rua Guarani no Bom Retiro, na sinagoga da Penha foi o ofrifn...” E Perola Ventura, na página do Net Shuk,  contara que morou no Bom Retiro com os pais e irmãos, completando: “Somos uma das famílias de fundadores da Sinagoga Ahavat Reim...”

É possível ver, também no Facebook, na página da Sinagoga, https://www.facebook.com/sinagoga.ahavatreim  mais comentários. Arnon Grunkraut escreveu que o avô paterno, sr. Shlomo, foi um dos fundadores. E Frida Gasko Spiewak observou: “Foi a Sinagoga a qual meu avô materno Salomão Salztein z'l nos levou quando mudamos para o Bom Retiro em 1950”. Nesta página consta também o convite para a reinauguração da sinagoga, em 16 de junho de 2011, convites das Grandes Festas, de Simcha Torah, fotos da sinagoga e postagens do Rabino  Pessach Kauffman, rabino desta sinagoga.

No site do Memorial da Imigração Judaica e do Holocausto há uma foto com os dizeres: “Três crianças em frente à Sinagoga Ahavat Reim, localizada na Rua Guarani e foi fundada em 1944 pelas famílias Karn, Grinkraut, Pinchawski e Mandelbaum”. Em uma outra foto, é possível ver “Sr. Yosel Grynkraut, Hazan da Sinagoga Ahavat Chaim”. Quem tiver interesse, acesse a página, no site do Memorial:

Moré Ventura, em seu blog escreveu um texto onde cita a Sinagoga Ahavat Reim, em que conta que o bisavô sr. Moshe Zeev Pintchosky, filho do sr. Elazar, foi um dos fundadores. O nome do sr. Moshe está escrito em uma plaquinha, acima do Aron Hakodesh. Leiam “Bem Vindo à Sinagoga”: http://moreventura.blogspot.com/2011/11/chegamos-pode-entraramigo.htmlJudaismo

E você, quais suas lembranças sobre a Sinagoga Ahavat Reim? Quais hitórias gostaria de compartilhar?? E fotos, memórias, documentos???

Envie um e-mail para myrirs@hotmail.com ou deixe um comentário aqui...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

A Sinagoga Machzikei Hadas continua funcionando!


Aqui compartilho mais alguns detalhes sobre a Sinagoga Machzikei Hadas... Renato Ber, em mensagens do Facebook, têm colaborado com diversas informações... Contou, por exemplo, que quem frequentava a sinagoga era sua família por parte de pai. Seu bisavô, sr. Leib Knoploch, pai da avó, sra. Ester (que de casada passou a ser Ber) foi um dos fundadores do schil da Rua Joaquim Murtinho. Sr. Leib Knoploch era polonês, mas a sinagoga também era frequentada por pessoas de origem bessarabe...Desde criança, até mais ou menos os 13 anos, Renato ia às festas, apesar de não ter feito seu Bar-Mitzvah nesta sinagoga. O pai, Boris Ber, sim, fez seu Bar-Mitzvah na Sinagoga Machzikei Hadas. Aqui faço uma observação...a família sempre envolvida com a comunidade!!! Renato irá verificar com a família se possuem fotos para compartilhar. Como comenta, esta sinagoga seguia uma linha mais ortodoxa e sendo assim, não era possível fotografar nos Shabatot e Chaguim. Sabemos também que não era comum, naquela época, realizar tantas fotos como nos dias de hoje...

Esta sinagoga era (ou ainda o é) conhecida como “105”(hundert aun finf), como contou sr. Pinchas Waichman. Este nome justifica-se, pois sua origem remonta à Rua Prates, 105, local onde situava-se uma pensão kasher. Esta pensão era um dos destinos de muitos judeus provenientes de países como a Polonia, e que chegavam a São Paulo sem as esposas e filhos (estes geralmente chegavam quando os maridos já estavam estabelecidos por aqui). Nesta pensão havia um espaço para que formassem um miniam, antes da formação da Sinagoga Machzikei Hadas. Sr. Pinchas contou que o pai e o avô eram de origem polonesa. Sr. José Waichamn, seu avô, foi um dos fundadores desta sinagoga. E comentou: a Sinagoga continua funcionando nos Shabatot...

Continuem participando com informações sobre esta sinagoga, sobre outras sinagogas do Bom Retiro e também sobre as demais sinagogas de São Paulo... Escrevam para myrirs@hotmail.com
Aguardem por mais novidades!!!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Bezalel Narkiss Index of Jewish Art e Sinagoga Beith Itzchak Elchonon



District: Bom Retiro - São Paulo - SP - Brazil
Location: Prates Street
Founded: 1936, Foundation Stone" in 1956, and building inauguration in 1957

Project: Sznelwar and Raw
Description of the building: Formed by Jews of Lithuanian origin, until the year of 1957 they met in the house of Rabbi Valt. Located at Rua Prates, the synagogue entrance leads both to the lower floor and to the upper floor. The lower floor, one below the entrance of the street, is destined for the “party room”, with the former wood carved Aron Hakodesh, and Bimah at the front. As in the other synagogues, the two lions, at the top of the Aron Hakodesh, flank the Luchót Habrit. 
The Torót, inside, are very well preserved. And various objects such as "cos yain", bessamim containers, candelabra, are kept in a closet along with prayer books. Today, in this space, the Shabbat and Kiddush lunches are held. A flight of stairs above the entrance of the synagogue, is located the male sector. A central passage(corridor), covered with a blue carpet and flanked on both sides by wooden benches, similar to the various Ashkenazim synagogues of São Paulo, of the same construction time, leads to Bimah and Aron Hakodesh covered by white “parochet”. 
The lions drawn on the upper wall also flank here the Luchót Habrit and the Keter above them. The banches still have the name plates on their backs. Plates with "Ner Zikarón" are affixed near the entrance of this floor, in tribute to the old regulars. On the second floor of the synagogue is the women's gallery. The same wooden benches, the fixed plates in them, and a small wall that allows women to accompany the ceremonies, make up this space.
Chazan: Oswie Solon, Jacob Cohen
Current situation: The Synagogue of Prates Street, Beith Hacknesset "Rabi Itzchak Elchonon", Litvischer Schul, remains active, performing Cabalót Shabbat, Shacharit / Mussaf / Mincha Shabbat, comments of the Parashiót and also daily minyanim ...


quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Algumas memórias da Sinagoga Beith Itzchak Elchonon

Diversos familiares têm participado e colaborado com este trabalho sobre as Sinagogas em São Paulo. Em relação à Sinagoga Beith Itzchak Elchonon, aqui divulgo alguns comentários feitos no Facebook. Por exemplo, Marcia Cytman comentou: “Toda vez que é falado algo dessa sinagoga, me toca muito, por meu pai Edidja Pincchus Cytman Z"L ter sido um frequentador assíduo com todo amor...”. Quanto à época que sr. Edidja frequentou, Marcia acredita ter sido de 1965 até falecer, em 2003. Nascido na Polonia (Baranovitch) em 1924,e veio ao Brasil ainda pequeno, com a família, residindo no sul. O avô de Marcia foi professor de hebraico em Porto Alegre, e, em São Paulo, no Renascença, até fazerem Aliá. E completou: “Eu frequentava nas festas e as vezes em Shabat”.

Em Hasbará e Sionismo, Jonas Leiderman indicou Lucho Andreotti  e Jose Milton Glezer escreveu: “Meu Bar-Mitzva foi nesta sinagoga. Infelizmente não tenho fotos na sinagoga, somente em casa, no almoço, após a cerimônia. Meu professor não era ligado à sinagoga, pois eu não estudei em escola judaica. Frequentei a sinagoga por um bom tempo junto com meus pais, mas a última vez que eu fui, foi em 2016. Já não tenho contato com ninguém hoje em dia”. O pai de José Milton Glezer, sr. Salomão Glezer, junto com os irmãos, Theodoro, Benjamim, Paschoal e Leão Glezer, foram fundadores da sinagoga. E questionou-me: “Você conheceu alguém?”

Comentei que visitei a sinagoga, e que conversei com Gilson Suckeveris e Waldir Bliacheriene. Fiquei, ainda, de marcar um horário para conversar com Paula Shafirovits Goldfarb. Monica e Mauro Zilbovicius, Ioca Levin, Eliezer Szpektor, Eliana Naslauski encaminharam informações. Paula Ruchlejmer Szapiro falou do sogro, sr. Herc Szapiro. Francisco Gioney Marques Rodrigues, casado com Thais Cantelli Karpovas Rodrigues, escreveu nos comentários, assim como Mario Kauffmann. Rachel Muzkat encaminhou e-mail...E perguntei a José Milton Glezer se gostaria de marcar um horário para contar sobre a sinagoga...

Rosely Lasman Tarkieltaub contou: “Tinha cadeira com o nome da minha mãe, Beile Zelde Rozemberg, e talvez do Zeide (nunca entrei no lado dos homens) Elial Nissim Roszemberg. E quem tocava o shofar era um tio avô nosso.Talvez a tia Branca Kives Ostronoff , ou a Paula lembrem de mais alguma coisa. Nosso bisavô foi voluntário da Chevra Kadisha. Chamávamos de tio Hirshke Rosenberg”.

Renato Minc também escreveu: “Minha avó frenquetava...e não tenho fotos. O nome da avó era Anna Susteras. Nome de solteira: Rozemberg. Parece que meu bisavô, mencionado pela Rosely Lasman Tarkieltaub (Elial Nissim Roszemberg) foi um dos fundadores”.

Branca Kives Ostronoff também comentou: “Eu frequentava, quando era pequena. Era no mesmo lugar de hoje, só que era uma casa velha. O meu Zeide era o Shames. Ele ficava sentado na frente da Sinagoga, lendo o jornal “Nossa Voz”, “Undzer Shtime”. Ele era conhecido como Der Roiter Shames. O meu avô chamava -se Elie Nisn Rosenberg. Eu me lembro de quando eu tina 8 ou 9 anos, ele já era o Shames. Isto foi nos anos 50. O Bar-Mitzvah do meu sobrinho Alberto Kleinas foi no Litfisher Shil. Eu me lembro da família Shepshelevich, e da família Levin...”

E você, quais suas memórias e lembranças sobre esta Sinagoga? Como era o edifício da sinagoga? Vamos participar deste blog?!? Envie detalhes, fotos, informações para myrirs@hotmail.com  

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Bom Retiro e as sinagogas do bairro...



O ano de 2019 se inicia e as postagens neste blog continuam, com a colaboração e participação da comunidade, seja através de depoimentos, entrevistas, comentários, envio de fotos, documentos e e-mails. 

A busca por detalhes sobre as sinagogas do Bom Retiro, das quais tenho escrito nos últimos tempos, permanece, assim como sobre as sinagogas de outros bairros da cidade de São Paulo.

Aguardo a realização de entrevistas com os frequentadores, ou de seus familiares, das sinagogas Kehilat Israel, Knesset Israel, Adat Ischurum (Shil da Vila), Beith Itzchak Elchonon, Machzikei Hadas e também relacionadas às demais sinagogas do Bom Retiro.

Hoje pude conversar com Waldir Bliacheriene, que compartilhou informações relativas à Sinagoga Religiosa  Religiosa Israelita Beith Itzchak Elchonon, situada à Rua Prates, e inaugurada em 1957. Atual presidente desta sinagoga, sr. Waldir, que a frequenta desde criança e cujo pai nasceu na Lituania, contou que a sinagoga permanece ativa, com minianim diários. O Chazan, nas Grandes Festas, é o sr. Jacob Cohen, que fazia parte do “Coral do sr. Solon”. Nestas datas, cerca de 100 homens e 100 mulheres chegam a frequentar a sinagoga. Antes da construção do edifício atual, o terreno era ocupado por uma casa. Naquela época realizavam as rezas no porão da casa do Rab. Valt, que cedia o espaço, porém não participava das mesmas. Comentou também que muitas das Atas estão escritas em idishe, e que os lugares nos bancos da sinagoga foram “adquiridos” pelos frequentadores da época da inauguração. Tanto sr. Waldir, como o filho mais velho, fizeram o Bar-Mitzvah na Sinagoga Religiosa Israelita Beith Itzchak Elchonon...

Vamos participar deste blog?!? Envie detalhes, fotos, informações para myrirs@hotmail.com  

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Antigos frequentadores, seus familiares e a Sinagoga Machzikei Hadas

Mapa Digital da Cidade de São Paulo-  mapeamento 1930 - Sara
indicação da rua Joaquim Murtinho
http://geosampa.prefeitura.sp.gov.br/PaginasPublicas/_SBC.aspx

Antigos frequentadores e seus familiares começaram a encaminhar detalhes sobre a Sinagoga Machzikei Hadas e compartilhar suas lembranças, tanto por e-mail, por mensagens e pelo Facebook. Ao compartilharmos nossas memórias, relatando inclusive quem somos e o que fomos, confirmamos que toda história vale a pena e tem relevância. Nós construímos a nossa trajetória e a nossa história, vinculadas a um contexto mais amplo e à comunidade a que pertencemos.

Por exemplo, na página Jewish Brasil, no Facebook, Sueli Farber indicou Pricila Kahan Heliszkowski, questionando-a: “Não é esta a sinagoga do teu pai?” Na publicação de minha página, Pricila Kahan Heliszkowski respondeu: “Eu, Pricila Kahan Heliszkowski escrevi em outubro de 2017: O meu pai que é cohen, frequenta o shil da Joaquim Murtinho, no Bom Retiro, pequenininho, antigo, religioso, a última vez que estive lá foi no Bar-Mitzvah de meu irmão, exatos 47 anos,...mas ele pediu para que fossemos rezar o Yskor para nossa mãe lá. Incrível, eles rezam e cantam o sidur em idish....só idish...não é shalom, mas é shuloim, não é amém e sim Umen , não é parnassá, mas é parnusse...e assim por diante, todos cantam com empolgação, com amor, lá em cima, eramos somente eu, minha irmã e mais 4 mulheres....um lugar para se emocionar...e voltar pro schteitale, nossas raizes! Que somos judeus asquenazim...”

Já em ArtiSion-Sionismo e Hasbara Luiz Fernando Chimanovitch contou lembrar-se desse shil, parte da sua infância. E Abrão Segal contou: “Meu pai, Joachim Segal z"l, frenquentou ate o ano de 1995 (ano em que foi para Israel). Meu avô, Mordka Segal, tocava o Shofar. Lembro-me de um "zelador" que morava la (ja faleceu) nao judeu.  ser que Jonas Gertner tenha mais informações pois o pai era Gabay na sinagoga. Fotos nao tenho. Escrevi para o Jonas entrar em contado com você. Infelizmente todos os frequentadores na época do meu pai (mais ou menos 1980 ate 1992) tinham mais de 70 anos. Assim, não sei se ainda tem alguém vivo daqueles anos. Lembro-me que a sinagoga era pequena, mas aconchegante. Outro que mora em Israel, e que o pai rezava lá é Shmil Kaufmann. Ele mora em Yemin Ord". Shmil Kaufmann entrou em contato e contou que essa sinagoga ainda funciona no Shabat e possui muitas estórias para contar! Avisou que escreverá um pouco sobre a sinagoga em breve.  E contou: “Ainda lembro de criança quando essa sinagoga era originalmente na rua Correia de Melo”. Daniel Enkin  comentou que morava ao lado dessa sinagoga da Rua Joaquim Murtinho.

No Net Shuk, Renato Ber contou: “Meu bisavô foi um dos fundadores dessa sinagoga ! Meu pai fez Bar-Mitzvah lá, ele e toda a geração dos primos! Frequentei desde pequeno até meus 12 anos mais ou menos! Fotos eu acredito não ter! Vou te ajudar com informações! Podemos te ajudar muito! Vamos aguardar o retorno de Renato Ber...

Na página de Memórias Paulistanas, Aladya Beatriz N. de Almeida escreveu: “Se lembrar de qualquer fato ou achar alguma foto , te aviso” e Renato Luiz Ferreira indicou Mauro Boimel e Tatiana Kelen.

Em Sinagogas em São Paulo...Luiza Wandalsen Lorber indicou Iago Wandalsen Prates... E por e-mail, Sandra Azaria compartilhou: “Meu avô materno, Leon Kaufmann, rezou durante muitos anos nessa sinagoga. Lembro-me muito bem da escada que subia pra parte das mulheres. Minha avó, Sara Kaufmann, sentava logo no final da escada. Nas festas judaicas de Rosh Hashana e Yom kipur minha mãe também sentava do lado dela. Na parte dos homens tinham mesas e bancos compridos. Lembro bem do quartinho no fundo onde preparavam o Kidush e o cheiro das sardinhas se espalhava por toda a sinagoga. O Brit-Milah do meu irmão foi feito nessa sinagoga. Temos bastante fotos de lá. E meus tios com certeza podem se lembrar de outros integrantes dessa comunidade. Sandra desejou: “Boa sorte com o projeto.”

Há um tempo, na publicação “Sinagoga de São Miguel Paulista... compartilhando histórias”, deste Blog, escrevi que Sr. Leibe Berenchtein havia comentado no Facebook (na página “Thora, Judaísmo e Sionismo): “Conheci o sr. Zacarias(Igel) pelos anos 80, aproximadamente, quando residia no Bom Retiro, e ele me relatava sobre a sinagoga de S. Miguel, ele residia na Rua Guarani, e me parece que ele também contribuiu com a sinagoga da Rua Joaquim Murtinho...”

E você, fez ou faz parte desta sinagoga? Conte, comente, compartilhe, colabore você também!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Sinagoga Machzikei Hadas - Bom Retiro


A Sinagoga Machzikei Hadas situa-se à Rua Joaquim Murtinho, no Bom Retiro.

Busco informações, fotos, histórias e memórias de quem as queira compartilhar e contar, desta sinagoga. Lembranças de infância, de familiares, de Bar-Mitzva, da fundação da sinagoga, de quem frequentava e ainda a frequenta, dos fundadores, de casamentos, Grandes Festas, Shabatót, Chaguim, de outras épocas, dos dias de hoje. Como era e como é o espaço masculino, o espaço das mulheres, mobiliário, bancos, Aron Hakodesh, Bimah, as Torót, o Ner Tamid? Quem é o autor do projeto, quem a construiu, como é a arquitetura, como são as luminárias? Quando ocorreu a sua fundação e a inauguração do edifício?

Aqui compartilho um pouco o que Lucia Mara e Persio Mandel contaram, fragmentos de memórias relacionadas ao avô paterno, um dos fundadores da sinagoga da Rua Joaquim Murtinho: Sr. Lejba (Leão) Mandel nasceu na Polônia, em uma família judaica religiosa. Aos 13 anos saiu de sua casa, para fazer parte de um circo que passava na região. Casou-se com Carmem Sterenberg, de família austríaca, chegando ao Brasil na primeira metade do século XX. No Brasil trabalhou como despachante.

Persio comentou sobre a cerimônia de Pidyon Haben do filho, que ocorreu na Sinagoga Machzikei Hadas. Segundo a Torá todo primogênito é sagrado para D´us, “Cada judeu (exceto cohen ou levi) deve redimir seu filho primogênito nascido (de parto natural, sem aborto anterior) de mãe judia (não filha de cohen ou levi) no 31º dia de vida, com cinco shecalim (moedas de prata equivalentes a 101 g de prata pura)”... vejam o site do Beit Chabad:     

Marli Ben Moshe comentou que a família de Anita Gertner frequentava também esta sinagoga... A família Gertner, ou outras famílias que frequentaram esta sinagoga, gostaria de colaborar com informações???

Faça parte deste estudo e pesquisa...este é um blog onde cada um pode compartilhar suas lembranças. Aguardo o seu contato! Deixe seu comentário aqui ou encaminhe-me um e-mail para myrirs@hotmail.com

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Sinagoga Knesset Israel e Ten Yad


A antiga sede da Sinagoga Knesset Israel, à Rua Newton Prado, foi adquirida pela instituição beneficente Ten Yad. 

Podemos ler no site desta instituição que “A Instituição Beneficente Israelita Ten Yad é uma das mais consagradas entidades que se dedicam a combater a fome no Brasil. Fundada em 1992 e atuando no Estado de S.Paulo, ela distribui mais de 700 toneladas de alimentos por ano, através de programas de segurança alimentar, programas de promoção e inclusão social e duas parcerias governamentais... 

Em 1992, um grupo de ativistas comunitários de S. Paulo se sensibilizou diante do empobrecimento de parte da população paulistana, especialmente no que tangia a aqueles que, em uma condição econômica muito desfavorável, inclusive sem recursos financeiros para suas necessidades básicas de alimentação...”. 
No site da Conib, em artigo de 28 de novembro de 2013, vemos que “o local, que abrigou uma das mais importantes sinagogas paulistanas, foi reformado e adequado às ações sociais desenvolvidas pela entidade assistencial Ten Yad...”, sendo inaugurada, em 1º de dezembro 2013, sua nova sede no bairro do Bom Retiro.

O site do Ten Yad também cita o evento de inauguração: “O edifício Esther Safra, que, no passado, sediou importante sinagoga de São Paulo, foi reformado e reestruturado, durante três anos, para atender mais de 2 mil assistidos em programas sociais e de combate à fome... Mais de mil pessoas prestigiaram a inauguração, entre eles lideranças políticas e comunitárias... 
O Diretor do Ten Yad, Rab. David Weitman, agradeceu aos voluntários do Ten Yad que diariamente se dedicam à entidade, e à família Safra, donatária da entidade e que muito contribuiu para a viabilização da nova sede. Já o Vice-Diretor do Ten Yad, Rab. Berel Weitman, destacou os novos programas da Instituição...”. 

Em uma visita à Instituição, Rab. Berel Weitman apresentou todo o incrível trabalho que o Ten Yad realiza, entre eles os Programas de Segurança Alimentar; Programas de Assistência, Promoção e Inclusão Social; Parcerias com Órgãos Governamentais, e novos programas que vão sendo incorporados anualmente.
A sinagoga, também reformada, e ao mesmo tempo preservada, inclusive em seus bancos de madeira, permanece ativa nos dias de hoje. As placas que homenageiam antigos fundadores, presidentes e diretores estão afixadas nas paredes laterais, que receberam novas pinturas, assim como o teto desta Sinagoga, como podemos visualizar nas fotos desta página do Blog.

Você gostaria de rever ou conhecer esta Instituição, e o espaço da antiga, porém renovada, sinagoga? Você possui fotos antigas, memórias e histórias da Sinagoga Knesset Israel no Bom Retiro? Como comentou sr. Mario Pedro Lagus “há lindas recordações sobre a longevidade desta sinagoga”. Leon Oksman lembrou-se do “saudoso sr. Berel Fridman”. Caso queira compartilhar histórias, resgatar recordações, compartilhar documentos e fotos entre em contato comigo...por aqui ou por e-mail: myrirs@hotmail.com

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Objetos na Sinagoga Religiosa Israelita Beith Itzchak Elchonon, à Rua Prates



Diversos objetos permanecem guardados na Sinagoga Religiosa Israelita Beith Itzchak Elchonon, à Rua Prates. 

Em um armário no salão do subsolo, por exemplo, vemos os cálices de vinho, menorót (candelabros), “caixa” para besamim e diversos livros, sendo vários sidurim. Como a sinagoga permanece ativa, vemos as Torót, Rimonim e o “yad” em seus lugares...


Boa parte do edifício mantém-se como na época da construção, em excelente estado conservação, como os bancos já citados, as escadas, pisos em tacos de madeira, luminárias, o teto com suas pinturas e detalhes dos mazalót(zodíaco), aqui presentes como em outras sinagogas.  

A fachada do edifício apresenta, em uma "torre", as doze tribos e seus símbolos.

Quanto às memórias desta sinagoga, sra. Paula Ruchlejmer Szapiro marcou Bety Szapiro Neumann e Jair Szapiro. 

Paula Shafirovits Goldfarb dipôs-se a conversar e contar sua história. Comentou que conheceu os pais do Gilson Suckeveris, que eram amigos da família. 

E adiantou: “Cheguei a conhecer a avó dele, mãe da d. Rosa...”

E você, quais suas lembranças sobre esta sinagoga? Frequentou-a ou frequenta ainda hoje?

Escreva para mim! Envie um e-mail para myrirs@hotmail.com ou poste o seu comentário... 

Chanukah Sameach!!!



domingo, 2 de dezembro de 2018

“Breves Momentos da História dos Judeus da Lituânia” - A Hebraica de São Paulo


Uma linda exposição ainda pode ser visitada no Clube A Hebraica de São Paulo!!! Inaugurada em novembro de 2018, a mostra “Breves Momentos da História dos Judeus da Lituânia”, apresentada pelo KKL e pelo Consulado Geral da Lituania, traz uma coletânea de fotografias pertencentes ao Museu Estatal Judaico Gaon de Vilnius. Imagens do Pátio da Grande Sinagoga de Vilnius, em 1917 e em 1945, de antigas sinagogas, muitas de grandes dimensões, construídas em madeira, que nos fazem refletir sobre suas construções e estruturas. 

Fotos de famílias judias, reunidas, que viviam no país e as situações cotidianas destes, grande parte no período entre guerras, merecem ser vistas.  Uma exposição muito bem montada e que nos mostra a contribuição da comunidade judaica lituana contribuiu para a economia, cultura, arte daquele país, em cidades como Kaunas, Vilnius, entre tantas outras. Como consta da apresentação da exposição, “revela um pouco sobre a participação das raízes judaicas na evolução sócio-econômico-cultural da Reública da Lituania”.

Em São Paulo, os judeus lituanos fundaram a Sinagoga da Rua Prates, no Bom Retiro, como vocês têm tido a oportunidade de acompanhar, e também se estabeleceram no bairro da Vila Mariana, como já divulgado neste blog.